Mobilização contra o ESP

Pensando em como conectar todas e todos que querem se mobilizar contra o “escola sem partido”, assim como combatê-lo de variadas maneiras, e também para viabilizar assinaturas individuais da nossa Carta ao Senado, criamos dois caminhos que podem ser tomados por quem é a favor e quer agir em nome de uma escola democrática, plural e diversa.

No primeiro link disponibilizado logo abaixo, você pode assinar a carta “Em Defesa da Liberdade de Expressão em Sala de Aula”.

Logo depois, num segundo link onde você pode acessar o formulário “Mobilização Contra o Escola Sem Partido”, você pode contribuir para a nossa coleta de informações a respeito de como andam a resistência e oposição ao “Escola Sem Partido” pelo Brasil.

As informações fornecidas serão absolutamente sigilosas. Precisamos do CPF para que não seja possível fraudar a inscrição. Usaremos os e-mails fornecidos para divulgar eventos sobre o tema na sua localidade, informar sobre os projetos locais, mas também para outra coisa fundamental: abrir um canal de contato com todos os professores e professoras e outros profissionais da educação que já tenham sofrido alguma forma de perseguição, supostamente acusados de praticar qualquer ato que o ESP considera um “crime”.

Por isto, além do formulário estar aberto a todos que se posicionem contra esses projetos de censura, – famílias, estudantes, professores, cidadãos interessados – os professores também poderão fazer uso do espaço dedicado a eles/as para compartilhar relatos sobre casos de perseguição, censura ou retaliação sofridas no ambiente de trabalho: acusação de “doutrinação”, ser impedido de trabalhar com questões de gênero ou de religiões de matriz africana, etc.

Pedimos para quem for nos contar a sua história que deem detalhes do que causou a acusação e como se desenvolveu o processo (chegou a ter um processo administrativo?; como a questão foi tratada na escola?; a questão chegou a ser levada até alguma secretaria de educação?; principalmente no caso de escolas particulares, você chegou a ser demitido/a por causa do acontecido?).

Frequentemente, quando algum jornal pede uma entrevista conosco, nos pedem também contatos de professoras/es que já foram perseguidos. Por isso há a opção de marcar se você aceitaria ou não dar entrevista sobre o assunto (geralmente é por telefone). Para quem marcar “sim”, antes de passarmos seu email ou whatsapp para o/a repórter, faremos contato com você para confirmar a sua permissão.

Por fim, talvez o mais importante, o formulário também nos possibilitará conhecermos um pouco mais de como andam as mobilizações a nível local a favor e contra o “escola sem partido”. Servirá também para criarmos uma rede de páginas e movimentos online que possa se informar e discutir o tema.

À luta!

Ainda não assinou nossa carta? Ela pode ser acessada aqui

Quer participar da Mobilização Contra o “Escola Sem Partido”? Acesse aqui